Que a iluminação na decoração faz toda a diferença muita gente já sabe. O problema é colocar em prática e destacar os objetos da forma correta. Escolher o material, o posicionamento e o tipo de luminária são detalhes muito importantes que precisam ser levados em consideração. Neste post, trouxemos informações que podem ajudar você nessa tarefa. Quer saber mais? Continue a leitura!

Leve em consideração o material das lâmpadas

As lâmpadas podem ter materiais diferentes e isso influencia no resultado final e também no consumo de energia. Estar atento a esse detalhe é essencial para um bom resultado.

As mais utilizadas costumam ser as halógenas, as fluorescentes e as de LED. Entre elas, as fluorescentes e as de LED são as mais populares, por conta do efeito da iluminação, da duração e do consumo. No entanto, o valor de investimento em lâmpadas de LED é um pouco maior.

Saiba qual tonalidade combina com a sensação que deseja transmitir

Além do material das lâmpadas, escolher a tonalidade delas também faz toda a diferença. A escolha deve ser feita conforme o objetivo da iluminação na decoração, já que elas influenciam nas sensações despertadas pelo ambiente. Se a intenção é passar a sensação de aconchego, as luzes amarelas de menor intensidade são as melhores.

Já se o seu objetivo é identificar cores e transmitir a sensação de limpeza, como em cozinhas e áreas de serviço, optar pela luz branca ou branca azulada é a melhor escolha. Lâmpadas brancas neutras devem ser usadas em ambientes claros em que não há necessidade de causar nenhuma impressão.

Há espaços em que existem dois ambientes integrados. Nesse caso, o ideal é escolher uma das opções para que o local não fique com duas tonalidades.

Estude o posicionamento da luz

O posicionamento das luminárias também influencia (muito) no sucesso do projeto. Por meio da escolha certa, é possível obter efeitos incríveis. Um exemplo é o uso das fitas de LED utilizadas em mobiliários.

Por meio de um recuo na base, elas são embutidas e criam o efeito de que o mobiliário está flutuando, suspenso. Podem ser usadas em qualquer espaço, em objetos e móveis como camas, armários, arandelas e muitos outros.

Além de efeitos, o posicionamento correto assegura a eficiência da iluminação no local. Na sala de TV, por exemplo, o ideal é a parede atrás ou em volta do aparelho, para que a iluminação não reflita na tela.

No banheiro, usar uma luz difusa ou indireta próxima ao espelho ajuda a iluminar o rosto e evitar sombras. Usar duas arandelas nas laterais é uma forma de alcançar um bom resultado.

Analise qual tipo de luminária é melhor para cada objeto

Para destacar os objetos, é preciso avaliar a melhor luminária para cada um deles. Em estantes, é possível usar fitas de LED e iluminar todos os objetos ou então usar spots específicos embutidos nas prateleiras para uma iluminação mais abrangente. Já se o objetivo é iluminar objetos específicos das prateleiras, é possível usar luminárias.

Se o objetivo é iluminar quadros, criar uma sanca com LED ou uma fileira de dicroicas dá um belo resultado, assim como uma fileira de spots. Outra opção, caso seja uma parede cheia de quadros, é inserir um holofote de baixo para cima. É preciso ter cuidado apenas com o excesso de UV que pode danificar os quadros.

Tenha cuidado com excessos

Tudo que é demais estraga. Esse ditado popular cai muito bem quando se trata de iluminação. Usar muita luz pode criar vários cenários em um mesmo projeto, o que pode afetar o resultado final.

Para impedir isso, é possível utilizar o dimmer, um dispositivo que ajuda a regular a intensidade da luz. Além disso, os objetos destacados precisam fazer parte de todo um conjunto para aliar eficiência, elegância e estilo na iluminação na decoração.

Gostou deste artigo? Já sabe como destacar os objetos por meio da iluminação? Conta para a gente nos comentários!

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