Há algumas décadas que a construção civil se dedica a encontrar soluções para dinamizar as obras, reduzir impactos ambientais e entregar casas, apartamentos, prédios comerciais, aeroportos e demais espaços que realmente sejam adequados e confortáveis a quem vai utilizá-los.

Surgiu assim, lá na década de 80, o conceito de edifícios inteligentes. Esses modelos de construção, basicamente vinculam tecnologia, sustentabilidade e experiência do usuário.

Entre os recursos que são usados de forma mais estratégica, está a energia elétrica. Por isso, selecionamos as três soluções de iluminação mais comuns em edifícios inteligentes. 

Além de ficar por dentro das opções, você verá como essas construções inteligentes podem melhorar a vida do usuário em diversos aspectos, inclusive na hora de economizar na conta de luz. Então, vamos lá!

Entenda o que são exatamente os edifícios inteligentes

Esse formato de construção diz respeito a obras que levam em conta o melhor uso possível dos recursos, como fontes de energia, água, materiais de construção e tecnologia.

O objetivo central desses edifícios é melhorar a experiência de quem vai viver, trabalhar ou passar por ele. São projetos desenvolvidos com o olhar voltado para as necessidades e o bem-estar do usuário.

É realmente possível economizar na conta de luz?

Toda a estrutura tecnológica que ampara os edifícios inteligentes têm o objetivo de fazer o melhor uso de recursos. Em termos de energia elétrica, surge também o conceito de eficiência energética, que está bem alinhada a esse perfil de construção.

Um exemplo prático: estima-se que soluções como biometria e acendedor automático de lâmpadas, quando integradas chegam a economizar em torno de 22% da energia usada no local.

Veja as três soluções de iluminação mais usadas em edifícios inteligentes

1. Iluminação por sensores de dimerização

A iluminação da construção conta com a luz natural e com a artificial. Os sistemas de sensores por dimerização ajudam a equilibrar o uso entre essas duas fontes. A sensibilidade dos equipamentos dimerizados, como as lâmpadas de led, permite que o sistema reconheça a presença humana e o escurecer do dia, por exemplo.

Assim, o uso da energia elétrica só acontece quando realmente há necessidade. E essa identificação fica a cargo do sistema.

2. Sistemas HVAC

Esse sistema está ligado à ventilação, ao resfriamento e ao aquecimento do ambiente. Assim como os sensores mostrados acima, eles conseguem identificar as características climáticas e, assim, responderem às demandas para que a temperatura do edifício esteja sempre agradável e adequada.

3. Janelas inteligentes

Os materiais que constituem as janelas, o tamanho e o formato delas também têm  relação íntima com a iluminação do local.

Prefira janelas maiores, com vidros, que permitam um melhor aproveitamento da energia elétrica, e dê uma chance aos modelos contemporâneos, que contam com sistemas de abrir e fechar, conforme a intensidade da luz.

Os edifícios inteligentes acompanham as transformações e as demandas sociais. Hoje em dia, as expectativas são diferentes de quando o conceito surgiu, há mais ou menos 30 anos. A boa notícia é que as construções podem ser adaptadas, estando em dia com o conceito de inteligência e continuando a oferecer as melhores condições de vida aos seus usuários. 

Se você gostou do conteúdo, ou quer contar sua experiência com os edifícios inteligentes, deixe um comentário!

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